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quarta-feira, 27 de julho de 2011

HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL


A trajetória da educação de jovens e adultos no Brasil estabelece relações com os diversos contextos históricos a partir das políticas públicas executadas desde a Colônia até os dias atuais e identifica os mecanismos de acesso, permanência ou exclusão nessa modalidade de ensino no que diz respeito à educação formal.
A história da educação de jovens e adultos no Brasil é muito recente. Embora venha se dando desde o período do Brasil Colônia, de uma forma mais assistemática, as iniciativas governamentais no sentido de oferecer educação para os jovens e adultos são recentes. No Brasil Colônia, a referência à população adulta era apenas de educação para a doutrinação religiosa, abrangendo um caráter muito mais religioso que educacional. Nessa época, pôde-se constatar uma fragilidade da educação, o que acabava por acarretar descaso por parte dos dirigentes do país (CUNHA, 1999.)                                             
Esta educação que era dada pelos jesuítas tinha a intenção de difundir o catolicismo e dar educação à elite colonizadora, a quem se oferecia uma educação humanística. Esse domínio compactuava com os interesses do regime político que visava à manutenção da ordem. Na Europa, com o crescente movimento da Reforma, paralelo às idéias modernas inspiradas no Iluminismo, a Companhia de Jesus tratou de afastar as atividades criadoras presentes naquele continente e, transmitiam, em seus ensinamentos no Brasil, os severos dogmas católicos, o que possibilitou a destruição de culturas inteiras.
Pode-se afirmar que, desde a chegada dos portugueses ao Brasil, o ensino do ler e escrever aos adultos indígenas, ao lado da catequese constituiu-se de uma ação prioritária no interior do processo de colonização. “Embora os jesuítas (...) priorizassem a sua ação junto às crianças, os indígenas adultos foram também submetidos a uma intensa ação cultural e educacional.” (Stephanou, 2005). Os filhos dos colonos e os mestiços também recebiam instruções dos jesuítas, através dos subprodutos das escolas de ordenação criadas pelo Padre Manoel da Nóbrega. No séc. XVIII, os jesuítas contavam com 17 colégios e seminários, 25 residências e 36 missões, além dos seminários menores e das escolas de alfabetização presentes em quase todo o território. Os colégios de formação religiosa abrigavam os filhos da elite; freqüentavam também os que não queriam se tornar padres, mas que não tinham outra opção a não ser seguir as orientações jesuíticas.                                                                                   
Segundo Stephanou (2005), posteriormente, os jesuítas, assim como os membros de outras ordens religiosas, também catequizaram e instruíram escravos. Essas experiências, no entanto, foram menos estudadas e pouco se sabe sobre as práticas desenvolvidas junto a esses sujeitos. Por outro lado, poucas parecem ter sido as experiências educacionais realizadas com mulheres adultas. Poucas sabiam, ao final do período colonial, ler e escrever. A expulsão dos jesuítas e as reformas feitas pelo Marquês de Pombal, não puseram fim à influência jesuítica no setor educacional, visto que os novos mestres-escola e os preceptores da aristocracia rural foram formados pelos jesuítas; e os mestres leigos das aulas e escolas régias se mostraram incapazes de incorporar a modernidade que norteava a iniciativa pombalina.
Esse processo de substituição dos educadores jesuítas durou treze anos, período em que a uniformidade de sua ação pedagógica foi substituída pela diversidade das disciplinas isoladas. De algum modo, a saída dos jesuítas influenciou o ensino público no Brasil. Durante todo o período imperial houve diversas discussões nas assembléias provinciais, acerca do modo como se dariam os processos de inserção das denominadas "classes inferiores" da sociedade nos processos formais de instrução.
       O Ato Adicional de 1834 delegou a responsabilidade da educação básica às Províncias e reservou ao governo imperial os direitos sobre a educação das elites (no Rio de Janeiro e a educação de nível superior). Nessa estrutura, a exceção ficou com o Colégio Pedro II; este, sob a responsabilidade do poder central, deveria servir de modelo às escolas provinciais. Grande parte das províncias formulou políticas de instrução para jovens e adultos.
O documento da Instrução Pública do período faz várias alusões a aulas noturnas ou aulas para adultos em várias delas, a exemplo do Regimento das Escolas de Instrução Primária em Pernambuco, 1885, que traz com detalhes prescrições para o funcionamento das escolas destinadas a receber alunos maiores de quinze anos. Em 1876, foi feito então, um relatório, pelo ministro José Bento da Cunha Figueiredo, apontando a existência de 200 mil alunos freqüentes às aulas noturnas. A Lei Saraiva, de 1881, que determinava eleições diretas, foi a primeira a colocar impedimentos, ao lado de outras restrições, como a de renda, aos votos dos analfabetos, reforçando a concepção do analfabeto como ignorante e incapaz.

       NO PERÍODO COLONIAL E IMPERIAL:

Chico Bento Vida Boa

Este vídeo mostra a importância de valorizar cada cidadão, independente de ser morador de uma cidade grande (urbana) ou de um lugarejo (rural). Principalmente quando se fala em Educação de Jovens e Adultos, precisamos valorizar o conhecimento de mundo que o aluno tem.

Atividades para EJA


Atividades para EJA


Planejamento Anual para a Educação de Jovens e Adultos

1 - Apresentação

                Aqui serão apresentadas as formas como trabalhar com o EJA, levando em consideração seus interesses, experiências,  temores,  saber suas  opiniões, raciocínio, seus sentimentos e emoções.
                O planejamento será distribuído por área de conhecimento para melhor desenvolvimento do trabalho, não sendo necessariamente um método para se trabalhar, podendo o professor utilizar a globalização das áreas do conhecimento, não sendo necessário a separação. 
LÍNGUA PORTUGUESA
2 - Objetivos Gerais
  • Criar condições para que o aluno desenvolva sua competência comunicativa, discursiva, sua capacidade de utilizar a língua de modo variado e adequado ao contexto, às diferentes situações sociais, interessando – se em ampliar seus recursos expressivos, seu domínio da língua padrão em suas modalidades oral e escrita.
  • Fortalecer nos jovens e adultos a importância de saber ouvir o outro, desenvolvendo o respeito mútuo e desenvolver sua capacidade de interação.

3 - Objetivos Específicos
  • Inserir o jovem e o adulto no contexto da sociedade, valorizando sua cultura e seu conhecimento.
  • Alfabetizar priorizando o método fonético e incluindo outros métodos (letramento, global, silábico etc.)
  • Trabalhar a expressão oral desenvolvendo habilidades para emitir opiniões, com clareza.
  • Desenvolver capacidades mínimas de inserção na sociedade, eliminando discriminações e desenvolvendo capacidades de uso diário como:
  •   Saber fazer uso de seus direitos e também conhecendo os seus deveres
  •   Conhecer e distinguir e saber usar diferentes textos de uso cotidiano.
  •   Trabalhar diversos tipos de textos, diferentes linguagens e diversos tipos de  leitura.
 LEITURA E ESCRITA 
  • Alfabeto maiúsculo e minúsculo;
  • Emprego adequado de letras;
  • Montagem de palavras, sentenças e textos;
  • Identificação de idéias básica do texto;
  • Sílabas, fonemas e grafemos;
  • Produção de textos;
  • Interpretação de texto;
  • Comparação e diferenciação de escritas diversas;
  • Exploração de material escrito: nomes, rótulos, textos, propagandas etc;
  • Identificar poesia, propaganda e textos;
  • Produzir pequenos como : anúncio, bilhete e cartas;
LINGUAGEM ORAL, VERBAL E NÃO – VERBAL.
  • Relato de histórias ouvidas, casos, poemas e reprodução oral de textos diversos (informativos publicitários e poéticos);
  • Relato de filmes, reportagens e causos;
  • Mímica, dança e atividades lúdica;
  • Localização e identificação de rimas;
  • Leitura e análise de texto informativo e poético;
  • Verbalização de opiniões e comentários.
 GRAMÁTICA
  • Ortografia;
  • Partição Silábica;
  • Tonicidade;
  • Ordem alfabética;
  • Alfabeto móvel;
  • Jogos: caça-palavras, adivinhações com letras e sílabas, ditado de sílabas  ou
  • Palavras etc;
  • Pesquisa de palavras, sílabas e gravuras. (jornais, revistas e rótulos)
  • Quadras e poesias;
  • Classes de palavras: substantivos, adjetivos, verbos, advérbios, artigos, numeral, pronomes,etc.
 METODOLOGIA
  • Trabalhar o alfabeto móvel, letras de imprensa e manuscrita e acrósticos;
  • O aluno deverá montar nomes que tenham significado para ele (o seu nome, o das alfabeto móvel deverá estar sempre presente, para conscientização de letra e/ ou interiorização da escrita convencional;
  • Leitura de diversos tipos de textos;
  • A leitura de rótulos, propaganda, bulas, receita, contas de água e luz marcas de produtos para conscientização das letras;
  • Textos informativos, expositivos e prescritivos.
  • Ortografia;
  •  Achar palavras dentro de outra;
  •  Ilustrar poemas e dramatiza – los;
  •   Ensinar sílabas e palavras através de: adivinha, trava – línguas, rimas etc;
  •   O trabalho com rimas facilitará a relação som-letra;
  • Leitura silenciosa, em voz alta ou pelo professor;
  • Debate conversa informal, desenvolvendo assim habilidades de comunicação;
  • Palavras formadoras do esquema silábico (consoante + vogal);
  • Distinção entre vogal e consoante.
  • Identificação de versos e estrofes;
  • Localização e identificação de rima;
  • Atividades que envolvam classes de palavras.
MATEMÁTICA
4 – Objetivos Gerais
  • Dominar conceitos e procedimentos da matemática  necessários  a sua vida pessoal, social  e profissional.
  • Fazer uso da matemática em situações de seu cotidiano, em seu meio e nas suas necessidades.
  5 – Objetivos Específicos
  • Trabalhar a importância da matemática para solucionar problemas que envolvam somar, subtrair, multiplicar e dividir.
  • Ler e registrar quantias.
  • Realizar troco em situações reais, usando o processo aditivo, subtrativo e situações problemas; por escrito e oralmente.
  • Efetuar operações cujos termos são quantias em dinheiro.
  • Reconhecer o valor social das unidades de medidas padronizadas e utiliza – las adequadamente.
  • Trabalhar números cardinais, ordinais e romanos; por extenso e algarismos.
  • Trabalhar dezenas, centenas e unidades.
  • Utilizar os números pares e ímpares; sabendo distingui – los.
  • Promover cálculo mental e estimativo.
  • Familiarizar com formas e propriedades geométricas simples.
  • Agrupar quantidades conforme as regras do sistema de numeração decimal
  • Estabelecer relações entre as operações.
  • Ler, interpretar e escrever as unidades de medidas.
  • Trabalhar conjuntos.
  • Promover atividades que envolva o sistema monetário brasileiro.

METODOLOGIA
  • Escrevendo os números em ordem crescente e decrescente;
  • Utilização do número (aspecto funcional) em situações do cotidiano;
  • Resolução de problemas que envolvam as quatro operações;
  • Trabalhar com cálculos com o conhecimento que os alunos já possuem, favorecendo a troca de opiniões e sugestões dos alunos;
  • Incentivar a criação de novos procedimentos pessoais de cálculo;
  • Usar jogos, revistas, fichas, atividades etc; para a fixação das aprendizagens;
  • Usar calendário para fixação de numerais, meses e ano;
  • Usar dobraduras e outras artes para a aprendizagem da geometria;
  • Utilizar o livro didático com suas atividades.
  • Exercícios no quadro e atividades mimeografadas.
  • Utilizar fichas com  numerais cardinais, ordinais e romanos; em números e
  • por extenso.
  • Trabalhar com outras formas de fixação de atividades como: jogos com numerais, tabelas, quadro valor de lugar etc.

GEOGRAFIA
6 – Objetivos Gerais
  • Identificar as diferenças entre o Urbano e o Rural;
  • Conhecer e distinguir a história e a geografia do município, do estado e do país;
  • Construir conceitos de cidadania a partir da realidade local articulando política, cultura, quentões sociais e meio ambiente;
  • Conhecer a formação do povo brasileiro;
  • Entender as leis, como: Leis trabalhistas, Constituição Federal, Estatuto do Idoso etc.

 7 – Objetivos Específicos
  

  • Conhecer a trajetória política brasileira desde a chegada dos portugueses até nossos dias;
  • Identificar os vários momentos pelos quais perpassa a história e a importância desses momentos ontem e hoje;
  • Conhecer e identificar as características de lugar em que vivem;
  • Conhecer a formação de um bairro como espaço geográfico e histórico;
  • Compreender as leis que regem o país;
  • Refletir e entender os problemas relativos ao trabalho individual e o coletivo;
  •  Preocupar – se com os problemas sociais e procurar melhora – los;
  • Entender e saber utilizar os meios de comunicação necessários ao conhecimento e busca de informação;
  • Conhecer e identificar o Brasil e suas regiões;
  • Ter noções do relevo do Brasil, clima e vegetação.

METODOLOGIA
  • Usar em sala de aula: mapas, Atlas e globo terrestre;
  • Trabalhos com informação através de: revistas, jornais, informática e leis;
  • Usar atividades mimeografadas e o livro didático;
  •  Uso da biblioteca para pesquisa;
  •  Uso do quadro e caderno;
  •  Trabalhar com  palestras e debates.
CIÊNCIAS
 8 - Objetivos Gerais
  • Conhecer o nosso sistema solar, o nosso planeta, os seres vivos, corpo humano, doenças provocadas por vírus, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis.
  • Entender e preservar animais ameaçados de extinção, desnutrição, formas de energia, primeiros socorros, poluição no planeta, sistema reprodutor masculino e feminino, sistemas respiratório, circulatório, digestivo, glandular e nervoso.

 9 – Objetivos Específicos
  • Aprender sobre o nosso universo e o nosso planeta, tendo noções do movimento de translação e a força da gravidade.
  • Compreender a importância da preservação da água do ar e solo, entendendo como forma de sobrevivência humana.
  • Conhecer os animais vertebrados e invertebrados, partes da planta, a importância das plantas.
  • Localizar no corpo humano os seus órgãos, o sistema muscular, sistema esquelético, os agentes causadores de doenças.
  • Ter conhecimento de métodos contra conceptivo como: Tabelinha ou calendário, Temperatura, muco cervical ou esterilização.
  • Aprender sobre preservativo masculino e feminino, diu, diafragma, espermicidas, pílula, pílula do dia seguinte e coito interrompido.
  • Saber sobre Aids, formas de transmissão e como evitar.
  • Conhecer as formas de energia, como cuidar do lixo, material reciclável.
  • Aprender sobre a cadeia alimentar, animais ameaçados de extinção, seguranças no trabalho, primeiros socorros.
  • Respeitar o corpo evitando drogas: como o hábito de beber e fumar, as doenças que causam as drogas..
  • Trabalhar sobre a fecundação, genética, sistema digestivo e sistema nervoso.

METODOLOGIA
  • Trabalhos em sala de aula com: vídeos, revistas, cartazes, debates, palestras e atividades com profissionais da saúde.
  • Trabalhos com experimentos e pesquisa..
  • Uso do caderno, livro didático e atividades mimeografadas.

ARTES
10 – Objetivo  Geral
  • Desenvolver a criatividade e o espírito de colaboração entre os alunos no desenvolvimento das atividades propostas.

11 – Objetivos Específicos
  • Aprender a utilizar a criatividade no desenho, artesanato e pintura.
  • Utilizar as datas comemorativas na aplicação com trabalhos artísticos.
  • Conhecer as habilidades de cada aluno e utilizar essas habilidades.

METODOLOGIA
  • Trabalhos em sala de aula ou fora dela, dependendo do assunto tratado.
  • Trabalhos com desenhos, figuras, revistas, tinta, sucata etc.
  • Utilizar outros meios dependendo das habilidades dos alunos.

AVALIAÇÃO
       “Avaliar a aprendizagem implica avaliar também o ensino oferecido”
 ( PCN –p.94)
           A avaliação de modo geral deve servir para duas finalidades básicas: apresentar aos alunos seus avanços, dificuldades no processo ensino-aprendizagem e fornecer subsídios que possibilitem ao professor analisar sua prática em sala de aula. Assim, o professor, além de observar em que medida e com que diversidade os objetivos foram alcançados, pode planejar e decidir se é preciso intervir ou modificar as atividades que vem propondo.
          A avaliação, entendida como constitutiva da prática educativa, não pode estar ancorada em momentos específicos ou entendida como documento burocrático do rendimento dos alunos. Por isso, deve ser contínua, diagnóstica e dialógica. Contínua por que deve ocorrer em todo o processo ensino-aprendizagem; diagnóstica porque tem como finalidade, detectar dificuldades que possam gerar ajustes ou mudanças da prática educativa; dialógica, porque não se aplica apenas aos alunos, mas ao ensino que se oferece.
         Por esse motivo a avaliação é um processo que envolve toda a escola, de acordo com a proposta pedagógica elaborada pela comunidade escolar.
fonte: http://www.pedagogia.com.br/projetos/eja.php

O Professor


O Professor
Tânia Maya- Composição: Celso Viáfora

Quem com pó de giz
Um lápis e apagador
Deu o verbo a Vinícius
Machado de Assis, Drummond?       
Quem ensinou piano ao Tom?
Quem pôs um lápis de cor
Nos dedos de Portinari,
Picasso e Van Gogh?
Quem foi que deu asas a
Santos Dumont?
Crianças têm tantos dons
Só que, às vezes, não sabem
Quantos só se descobrem
Porque o mestre enxergou
e incentivou...
É, só se faz um país com professor
Um romance, um croquis, com professor
Um poema de amor, dim dim
Um país pra ensinar seus jovens eh
É, só se faz...
Um romance, um croquis, com professor
Um poema de amor, dim dim...
Quem com pó de giz...

CHAPLIN


Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que
o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo...
 ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro...
ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças,
evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde...
ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria....
ou posso ser grato por ter
nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar....
ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas da casa...          
ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos...
ou me entusiasmar com  a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter         
hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente    
esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor                   
que pode dar forma.
“Tudo depende só de mim."
     Charles Chaplin.